Curtas e Venenosas



O aspira que não larga do F5 no BN


Foi linda a reconciliação dos ex-desafetos Paulo Carneiro e Mário Freitas. Na confraternização do Bahia Notícias e da Tudo FM, os dois sentaram na mesma mesa e dividiram o mesmo litro de uísque. Tudo era engraçado na conversa dos dois. Olha ela aí de volta: UI!
 
Como é que se chama alguém que quer crescer denegrindo a imagem dos outros por puro despeito?
 
Aliás, cuidado com acusações sem fundamento ou prova. Respeite a ética jornalística e as leis do seu país. O que não falta é advogado doido pra ganhar dinheiro em cima de menino amarelo.
 
Aspira, fazemos uma aposta com você: faça uma resenha sem internet. Queremos ver suas informações em “primeira mão” sem estar com a página do BN aberta!
 
Renato Gaúcho foi apresentado como um pop star. Até o setorista ausente, Márcio Martins, apareceu para tietar.
 
Por falar em tietar, o que não faltou foi peru na apresentação. Qualquer evento do Bahia já é certo: o quarteto da família Guimarães e seus fiéis aduladores. Não sabemos como o saco ainda não rasgou.
 
Por sinal, nessa agonia toda, o Vitória fica como aquela prima mais nova cínica que todo mundo protege. Bonitinha, mas ordinária!
 
Torcedores do Bahia que se preocupam com a não-contratação de um novo gestor de futebol, relaxem. Sérgio e Dilton estão se esforçando na função.
 
Foi uma celeuma miserável esse anúncio do novo fornecedor de material esportivo no Vitória. Teve diretor que ficou o tempo inteiro negando a informação, guardando a sete chaves. No fim das contas, um grande negócio: R$ 12 milhões em cinco anos contra R$ 4 milhões da Champs.
 
O engraçado nesse anúncio foi a “jogada” de marketing da diretoria rubro-negro. Os caras resolveram anunciar os patrocínios no mesmo dia que o Bahia fez uma festança para a chegada do falastrão Renato Gaúcho. Adiantou nada.
 
Nosso setorista tricolor, Éder Ferrari, vulgo Careca, tem semanas que gasta todo o salário que ganha só consertando coisas do carro. E, coitado, nem é problema decorrente da cerveja. É o esquema junta-tudo-e-joga-fora. O que é pior na vida: trabalhar pra sustentar uma mulher ou um carro? Mas a gente sabe que é difícil viver sem amor e sem caranga nesse mundo.
 
O meia Luciano Henrique, que jogou o último Brasileirão pelo Sport, parece que não gosta mesmo da Bahia. Recebeu proposta do Vitória, do Bahia, mas aceitou até redução salarial para ficar na Ilha do Retiro. Para você verem como anda a moral do nosso futebol!.

 



Segunda-Feira, 21.12.2009
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