
Depois do treino, Renato disse na coletiva que o meia Rogerinho não participou das atividades. Mas funcionário no clube garante o contrario: desceu, sim, pra treinar, fez o aquecimento e jogou por 15 minutos no tático. Aí subiu ao DM pra continuar o tratamento e a imprensa não ver.
A boleirada aproveita as concentrações pra tirar uma graninha. Vez ou outra, rolam as tradicionais apostas e teve jogador faturando mais de R$400 na noite. No Bahia, já teve quem nunca recebeu salário do clube, mas tirou um trocado do colega de time. É raspar o tacho.
Já no Vitória, Ricardo Silva tentou fazer mistério, mas se enrolou todo. Começou o coletivo com o provável time, depois mudou dois ou três jogadores para disfarçar. Na coletiva, tentou explicar as mudanças, mas não convenceu a ninguém. Faltou experiênca, né professor?
Sempre em semana de BaVi surgem histórias de clássicos do passado. Teve um repórter que, distraído, saiu dos vestiários da Fonte Nova direto para o gramado, mas esqueceu que a bola já estava rolando. Precisou o assistente, desesperadamente, balançar a bandeirinha para ele perceber o mico que estava pagando. Presta atenção, "explosivo"!
Tem um radialista na Bahia que vive arrotando aos quatro cantos o combate a “pirataria” no rádio e na TV, mas o mesmo, no ano passado, chamou um tal de Zé Pequeno, que trabalhava como frentista de posto de gasolina para ser repórter do seu antigo programa de TV.
Recentemente também, o mesmo radialista contratou para sua equipe de esportes, um ex-jogador que não tinha registro profissional. Difícil de entender tanta hipocrisia. Será que ele está virando também um “Pirata” do rádio?